A investigação envolvendo jogadores da Seleção Brasileira Masculina de Flag Football corre em sigilo. Segundo o Metrópoles, há acusações de misoginia contra atletas mulheres e profissionais da saúde da modalidade. O processo tramita no segredo de Justiça.
A Confederação Brasileira de Futebol Americano (CBFA) confirmou que os procedimentos seguem em curso, mas não comentou o caso. O comunicado oficial reforça o sigilo das informações e a inviabilidade de detalhar denúncias ou procedimentos.
Os relatos apontam mensagens misóginas publicadas em grupo de redes sociais, incluindo comentários com conotação sexual e indícios de planejamento de dopagem de vítimas que também atuam no esporte. Os atletas envolvidos teriam apagado perfis.
A repercussão atingiu clubes e fãs do flag football, que divulgaram notas de repúdio. Algumas equipes manifestaram pesar pelo ocorrido e pela necessidade de um ambiente mais seguro para todas as pessoas da modalidade.
O Flag Football Brasil, órgão que cobre a modalidade, informou nas redes sociais que o episódio é revoltante e que o esporte deve ser espaço de acolhimento. A entidade destacou o compromisso com respeito, igualdade e segurança.
A história ganha contornos ao longo de 2025, quando o time feminino teve destaque na IFAF Américas Flag, classificando-se para o Mundial. O flag football é um dos esportes que integram as discussões sobre a presença olímpíca em 2028, em Los Angeles.
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