A quatro décadas e um grupo de recordes, Cristiano Ronaldo mantém desempenho de alto nível aos 41 anos. Nesta quarta-feira, ele comanda a Portugal na estreia da Copa do Mundo de 2026, contra a República Democrática do Congo, às 14h, em Brasília. O duelo abre a participação da seleção no torneio.
O foco da matéria não é apenas o futebol, mas a rotina do astro. Além de treino e alimentação balanceada, o sono aparece como peça-chave para recuperação muscular, equilíbrio hormonal, imunidade e prevenção de lesões. Esses fatores são citados por especialistas ouvidos pela imprensa.
A seguir, exploram-se os impactos do repouso adequado na performance e na longevidade esportiva, com base em especialistas e na prática do atleta.
Sono como base da recuperação
A alimentação, segundo Fernanda Mattos, deve andar junto com o sono para o desempenho. Hormônios liberados durante o sono profundo ajudam na reparação de tecidos e na adaptação aos treinos, complementados por proteínas, carboidratos, vitaminas e minerais.
Dormir mal eleva a fome, reduz saciedade e atrapalha o controle de peso. Também pode diminuir a síntese de proteínas musculares, prejudicando ganho e manutenção de massa, segundo a nutricionista.
Prevenção de lesões e longevidade
A recuperação inadequada aumenta o risco de fadiga muscular e lesões em quem treina com intensidade. Sono de qualidade e alimentação equilibrada atuam em conjunto para manter o sistema imune ativo, reduzir inflamações e favorecer a recuperação entre sessões.
Esses hábitos, segundo Mattos, ajudam a manter desempenho estável ao longo dos anos, contribuindo para menor risco de lesões e maior saúde física geral. Dormir bem não é apenas privilégio, mas estratégia de alto rendimento.
Por Sarah Carvalho
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