A seleção feminina de vôlei dos Estados Unidos criticou a nova política de testes de gênero anunciada pelo COI. O anúncio, feito em março, envolve exames para determinar elegibilidade na categoria feminina, com base no gene SRY. As jogadoras afirmam cumprir os requisitos já aprovados pela FIVB, mas questionam o processo.
Segundo o grupo, não houve transparência sobre armazenamento, acesso e uso futuro dos dados genéticos. As atletas também cobraram garantias de defesa, recursos neutrais e clareza sobre prazos de arquivamento, destacando a necessidade de proteção à privacidade médica.
Funcionamento da medida do COI
O COI diz que o teste identifica o gene SRY, indicador de desenvolvimento masculino, com métodos que não exigem invasão excessiva. A comprovação seria única ao longo da carreira, definindo a participação na categoria feminina sem novas avaliações.
A nota das atletas reforça que a política pode afetar oportunidades profissionais e esportivas. Elas pedem participação direta no diálogo sobre o novo sistema, para assegurar transparência, justiça processual e dignidade médica.
As jogadoras destacam ainda a necessidade de mecanismos de contestação para resultados contestáveis ou falsos positivos. O objetivo é evitar decisões causadas por dados sensíveis sem salvaguardas claras.
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