O Brasil chegou à Copa sem definir claramente um caminho para a competição, apesar de contar com bons jogadores. Neymar, alvo de críticas, voltou ao grupo em condições limitadas por contusão. A expectativa é de que possa atuar no início das fases mata-mata, caso se recupere.
Na terça-feira, 16, Neymar reapareceu em campo de forma pouco efetiva, calçando tênis e fazendo uma embaixadinha. A cena foi recebida com desânimo pela torcida, especialmente diante da atuação de astros como Messi, Haaland e Mbappé em seus jogos.
Ao mesmo tempo, circulavam denúncias envolvendo o presidente da CBF, Samir Xaud. A coluna de Léo Dias publicou alegações sobre uma suposta relação extraconjugal e o repasse de viagens aos Estados Unidos. A entidade negou as acusações em nota oficial.
Xaud, que vinha marcando presença em eventos da seleção, teria sumido do radar após o episódio público. A coincidência temporal com o retorno de Neymar ao gramado foi observada pela imprensa, ainda que não haja relação entre os acontecimentos.
A gestão da CBF vem sob escrutínio, com a ascensão de dirigentes ligados a disputas internas anteriores. A narrativa aponta para uma crise de imagem que envolve tanto o comando quanto a convocação de Neymar, já criticada por parte da imprensa.
O episódio reforça a percepção de instabilidade institucional ao redor da seleção, enquanto o time busca manter foco técnico. A situação ocorre em meio a cobranças por transparência médica e ajustes no planejamento competitivo.
Independentemente das explicações oficiais, o dia ficou marcado por imagens negativas envolvendo Neymar e pelo desgaste institucional na CBF, em meio àcesse de expectativas para a continuidade da Copa.
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