O momento da Copa do Mundo é visto com bons olhos por críticos internacionais. Michael Fox, do The Athletic, braço esportivo do The New York Times, afirma que não houve jogos ruins até agora. A avaliação sustenta-se em dados de partidas ao redor do torneio.
A média de gols por jogo, 3,18, é a maior desde 1958, segundo Fox. Isso colocaria o torneio entre os mais produtivos da história recente, com 68 anos desde o recorde anterior.
Há grandes jogos, grandes histórias e grandes jogadores, aponta o comentarista. Entre as partidas elogiadas estão Inglaterra 4 x 2 Croácia e destaques como Messi, Mbappé, Kane e Vinícius Júnior.
Desempenho técnico
Uma das imagens marcantes ocorreu com uma imensa bandeira do Irã exibida nas arquibancadas do Sofi Stadium, em Los Angeles. O estádio recebeu grandes públicos ao longo da primeira semana.
Os números de público apontam média de 64.574 presentes por jogo, a segunda maior de todos os tempos para a Copa, atrás apenas de 1994. O registro supera o torneio realizado no Brasil em 2014.
Público e infraestrutura
Mesmo com o protagonismo da crítica internacional, acompanhar a competição envolve fatores logísticos e de organização, que também ganham atenção. A leitura inicial indica que o torneio tem atraído grande parte do público global.
A avaliação de Fox sugere que o futebol está ganhando a primeira semana de disputas, com impacto positivo para o ritmo e o interesse da competição. As conclusões, no entanto, dependem de novos jogos e resultados futuros.
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