Brasil venceu o Haiti por 3 a 0, em campo neutro, com a vitória não refletindo senso de urgência. O relato vem de Danilo Lavieri, no Posse de Bola, Canal UOL. O estádio só ganhou vida com a entrada de Endrick, segundo ele, e o placar passou a parecer mais convincente após isso. Alisson também foi citado como responsável por uma defesa importante no segundo tempo.
Antes da entrada de Endrick, houve menor vibração entre torcedores e elenco. A entrada de Rayan foi bem recebida em setores, mas a empolgação geral só ganhou força com Endrick, conforme o repórter.
Análises dos comentaristas
Para PVC, Neymar não deveria dominar o noticiário neste momento; Vinícius Júnior é apontado como o craque do time, com a necessidade de observar a reposição de Raphinha. Neymar não viajou para a competição.
Arnaldo Ribeiro sustenta que a arquibancada costuma valorizar jovem e grife, o que pode influenciar pedidos por Endrick e, quando disponível, Neymar, mais do que escolhas técnicas em campo.
Casagrande critica o desempenho, apontando futebol lento e poucas acelerações. Segundo ele, o time depende de uma arrancada de Vinícius Júnior ou de uma boa jogada de Matheus Cunha para produzir.
Lavieri detecta sinais de melhoria, como mobilidade maior de Matheus Cunha em comparação com Igor Thiago, mas afirma que o Haiti não serve como parâmetro para evolução, mantendo o Brasil ainda abaixo do nível desejado frente adversários fortes.
Entre na conversa da comunidade