O Santos iniciou uma nova intervenção estrutural na Vila Belmiro durante a pausa do calendário, em função da Copa do Mundo. A reforma ocorre na arquibancada Cosmo Damião, setor que abriga as torcidas organizadas, com o objetivo de ampliar a capacidade do estádio por meio da readequação de degraus em dois níveis. A diretoria aposta em um ganho de público sem custo elevado.
A expectativa é que, após conclusão das obras e aprovação do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar, o espaço passe a comportar mais torcedores em dias de jogo. A intervenção é tratada como solução de curto prazo, com potencial de retorno financeiro pela elevação da arrecadação de bilheteria.
Nos últimos meses, o clube promoveu outras mudanças pontuais na Vila Belmiro. Em abril, adequações no Portão 17 atenderam exigências da Conmebol para a Copa Sul-Americana; em janeiro, a sala de imprensa Armando Gomes foi reinaugurada. As ações integram um processo de modernização do estádio, sem impactar o projeto da Nova Arena em parceria com a WTorre.
Nova Arena e continuidade dos planos
Levantadas pelo clube, as mudanças não interferem no cronograma da Nova Arena. O planejamento aponta a construção do novo estádio como prioridade estratégica, enquanto as melhorias na Vila Belmiro ficam como medidas de curto prazo para manter a operação regular. Mesmo com avanços no contrato da Nova Arena, a demolição da Vila não ocorreria rapidamente, pois depende de etapas de captação de recursos.
O Santos busca equilibrar o presente e o futuro: melhorias pontuais na Vila Belmiro para atender demandas imediatas convivem com a expectativa de um estádio novo em longo prazo, sem deixar de fortificar a infraestrutura para competições nacionais e internacionais.
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