Neymar será titular na última Copa da carreira, no que Carlo Ancelotti descreve como o início da “Última Dança” do atacante pela seleção brasileira. A confirmação ocorreu para a partida contra a Escócia, em Miami, ainda que o camisa 10 esteja pendente de ritmo após lesão na panturrilha.
A reunião entre Neymar, Ancelotti e a comissão técnica ocorreu no dia da convocação, nos Estados Unidos. A decisão de colocá-lo em campo foi tomada mesmo com estiramento na panturrilha, visando manter vivo o sonho de conquista do Brasil.
Miami recebeu a coletiva em que o treinador italiano reforçou a confiança no jogador, que chegou lesionado aos EUA. A ideia é utilizá-lo nos minutos finais, com objetivo de preservar o elenco e dar a Neymar a chance de encerrar o ciclo com a seleção.
A campanha de 2014, 2018 e 2022 ficou marcada por eliminações e quedas prematuras, reforçando a pressão sobre o time. Neymar vive o peso de ser o maior talento brasileiro nas últimas duas décadas, segundo a avaliação interna.
O capitão da equipe, Marquinhos, destacou o desejo do grupo em ver Neymar vencer a Copa, mencionando o entusiasmo do jogador e o impacto positivo de sua presença no vestiário. O atleta também externou o sonho de levantar o troféu.
Segundo a CBF e a estrutura da Seleção, a convocação de Neymar não enfrentou resistência de patrocinadores ou da diretoria. A windows de expectativas permanece alta entre torcedores, que veem no atacante a chance de retomar o caminho do título.
Neymar treinou com intensidade nos últimos dias em solo norte-americano. Mesmo com histórico recente de lesões, a equipe acredita que o camisa 10 pode contribuir nos minutos finais da partida contra a Escócia. O duelo marca o início de sua participação no Mundial.
A última participação do Brasil no Mundial, sob o prisma dos torcedores, é cercada de inseguranças técnicas e de cobranças por resultados. A expectativa é de que Neymar entre em campo para dar o impulso final ao placar.
Em resumo, Neymar entra em campo com o peso de uma geração, a chance de encerrar um jejum de 24 anos sem título e o papel central de manter a esperança de um Brasil que depende da estrela para sonhar com a taça.
Entre na conversa da comunidade