O Brasil encerrou sua participação no Pan-americano de ginástica artística com nove medalhas, a maioria conquistada no masculino. A competição foi realizada na Arena Carioca 1, no Parque Olímpico do Rio de Janeiro, entre 17 e 21 de agosto. O país ainda assegurou vaga para o Campeonato Mundial de 2026, em Roterdã, na Holanda.
O destaque individual ficou com Rebeca Andrade, que retornou aos tablados após dois anos afastada. Ela faturou o ouro no salto com a média de 14.266 pontos, sendo 14.433 na primeira tentativa e 13.700 na segunda, após um desvio na linha de chegada.
Resultados do feminino são completados pela prata na disputa por equipes e por dois bronzes nas provas individuais. Thais Fidelis soma duas medalhas de bronze, no geral e na trave, enquanto Sophia Weisberg conquistou bronze nas barras assimétricas.
Desempenho masculino
Diogo Soares conquistou prata em duas finais: barras paralelas (13.933) e barra fixa (14.133). Arthur Nory completa o pódio com bronze na barra fixa (14.033). Vitaly Guimarães ficou em terceiro no solo, fechando a participação brasileira no masculino com três bronzes.
Panorama e impactos
A campanha rende ao Brasil a classificação ao Mundial de Ginástica Artística de 2026, além de reforçar o retorno de Rebeca Andrade aos torneios, após pausa para recuperação física e mental. A equipe brasileira encerrou com saldo de nove medalhas no total.
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