Em Alta Eleições 2026 PolíticaNotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasConflitoseconomiaFutebol

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Hexa: o sonho que atravessa gerações no esporte

Brasil encara a Copa com expectativa de hexacampeonato; novas gerações descobrem memórias, rituais e traços que moldam a relação do país com o torneio

Família com esperança que o Brasil se tornará hexa em 2026. Antônio Araújo, Soraya Araújo e suas filhas Isadora(verde) e Ana Valentina.
0:00
Carregando...
0:00

O Brasil se aproxima de mais uma Copa do Mundo com a expectativa de quebrar o tabu de 24 anos sem título. A seleção vive o peso de uma história de glórias e derrotas que mobiliza torcedores de todas as idades, mesmo entre quem ainda não viu a taça erguida.

Memórias de títulos marcam gerações, mas também decepções. Do início dos anos 80 aos êxitos de 94 e 02, familias guardam imagens que viraram referência. Hoje, a Copa é um ritual cívico que envolve escolas, empresas e lares, com camisas e álbuns em alta demanda.

Memórias de quem viu o Brasil campeão

Antônio Araújo, empresário, recorda a Copa de 1982 e a de 1994 com detalhes de convivência entre torcedores rivais. Em Amsterdã, na semifinal de 94, ele presenciou a torcida adversária, sem conseguir comemorar. Em Roma, viu Baggio falhar e o Brasil conquistar o tetracampeonato.

Soraya Araújo compartilha a memória da final de 94, vivida na casa de familiares, longe da comemoração no Brasil. Também relembra 2002, quando Ronaldo retornou das lesões para marcar dois gols na decisão. Para o casal, os momentos de 94 e 02 continuam fortes na lembrança.

Entre as lembranças, surgem marcas de 7 a 1 para a Alemanha em 2014, episódio que ficou como dor para uma nova geração de torcedores. Soraya ressalta a importância da Copa na cultura brasileira, com rituais que conectam famílias e comunidades.

Agora é a vez das filhas

As filhas gêmeas Ana Valentina e Isadora começam a construir as primeiras memórias da Copa. Aos 8 anos, montam o álbum de figurinhas e acompanham os jogos com curiosidade. Isadora já está montando o próprio álbum; Ana sonha em ganhar o primeiro.

O pai reforça a ideia de que será a primeira Copa que as filhas realmente entenderão. Ana Valentina criou uma teoria que relaciona a atual edição à de 2002, com base em coincidências de grupo e lesões. Ela disse ter fé, ainda que não garanta o título.

O clima de expectativa persiste, sem indicar resultados. Enquanto a seleção treina e planeja estratégias, famílias aguardam cada jogo com combinação de ansiedade e esperança, mantendo vivo o sonho do hexacampeonato.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais