Uma paralisação em um dos jogos simultâneos da terceira rodada da Copa do Mundo de 2026 não implica automaticamente a interrupção da outra partida. A informação foi detalhada por Ana Paula Oliveira, no programa Fim de Papo, do Canal UOL, ao tratar de protocolos de segurança e ajustes de tabela.
Segundo a ex-árbitra, é comum que os dois jogos fossem iniciados ao mesmo tempo, mas há breves possibilidades de ajuste. Se um jogo fica paralisado por fatores como clima ou situações no campo, o outro pode seguir normalmente. Em alguns casos, a partida interrompida recebe um atraso de 10, 15 minutos, e o segundo jogo aguarda o reinício.
Ainda de acordo com Ana Paula Oliveira, a janela de espera padrão é de 30 minutos, estendida em situações específicas. Embora a prática seja comum no Brasileirão e em competições sul-americanas, na Copa do Mundo a FIFA não estabelece um tempo fixo, o que pode levar a prazos maiores para manter a partida no mesmo dia.
A dirigente destacou o objetivo de preservar a idoneidade da competição, evitando que o resultado de um jogo influencie a estratégia do outro, como a margem de gols necessária. Assim, o planejamento busca reduzir impactos no rendimento das equipes.
Protocolo e impactos adicionais
Renan Teixeira e Samir Carvalho discutiram as pausas de hidratação, que também podem quebrar o ritmo. Renan não vê vantagem quando o calor não é extremo; Samir, por sua vez, entende que os técnicos ganham espaço para ajustes táticos, ainda que jogadores prefiram manter o ritmo.
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