O técnico da Escócia, Steve Clarke, está no centro de cobranças opostas antes do duelo contra o Brasil, marcado para quarta-feira, em Miami Gardens. A imprensa britânica questiona o estilo defensivo; ao mesmo tempo, há quem peça cautela diante de uma chance histórica.
A Escócia chega à terceira rodada do Mundial com três pontos, após vencer o Haiti por 1 a 0 e perder de mesma forma para Marrocos. No formato ampliado, avançam os dois primeiros de cada grupo e os oito melhores terceiros.
O grupo C vive a expectativa de classificação inédito. Um empate tende a confirmar a vaga, mesmo com uma derrota por diferença pequena no Hard Rock Stadium. A Escócia pode se manter viva mesmo caso tenha saldo menor que o ajudado por outros resultados.
Ameaças de ataque e contragolpes do Brasil estão no foco de Clarke. O treinador tem sido cobrado por ampliar a proposta ofensiva sem abrir espaço aos contra-ataques. A seleção de Carlo Ancelotti venceu Haiti com gols de Matheus Cunha em blitz de 3 a 0 no primeiro tempo.
O assistente Steven Naismith enfatizou a necessidade de equilíbrio: o time não pode se fechar por completo, mas manterá cautela para não sofrer diante do Brasil. O meia John McGinn, criativo do elenco, ressaltou o desafio de enfrentar uma equipe de alto nível sem abrir mão da tentativa de vitória.
Analistas lembram o histórico da Escócia em Copas do Mundo, destacando o dilema de Clarke entre defender e buscar o gol. Um comentarista veterano indicou que a equipe pode manter a identidade defensiva e ainda assim avançar com um resultado mínimo.
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