Dois gols de Matheus Cunha garantiram a vitória do Brasil sobre o Haiti na Copa do Mundo. Além das finalizações, o atacante chamou atenção pela celebração inspirada no surfe, repetindo o movimento de deslizar como se estivesse numa prancha.
O gesto remete a Baía Formosa, litoral sul do Rio Grande do Norte, cidade onde Cunha aprendeu a surfar. O vínculo com o local começou há cerca de quatro anos e ganhou contornos de moradia fixa, não apenas de passagem turística.
Vínculos com Baía Formosa
Cunha recebeu o título de cidadão formosense e mantém laços fortes com a comunidade. Em 2024, ele entregou cestas básicas e prometeu um telão na praça para torcer pela seleção, segundo moradores e pessoas próximas.
O apoio local se consolidou com a presença de amigos e colaboradores na rotina do jogador. Um filmmaker da cidade diz que conviver com Cunha, hoje no Manchester United, parece ainda uma surpresa constante.
Na cidade, a repercussão é perceptível no comercio. Uma camisa autografada do atacante lidera as vendas, com lojas locais destacando o carinho da população por Cunha e pela seleção.
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