Dois anos após a expansão de vagas, as seleções africanas entram em campo no Mundial com expectativa e desafios. A Caf ganhou autoconfiança com dez vagas diretas ou via repescagem, mas os resultados até aqui são variados.
Na.schedule de segunda-feira, Senegal encara Noruega no New York Stadium, em Nova Jersey. O jogo, válido pelo Grupo I, pode definir classificação e o olhar sobre o desempenho africano no torneio.
A evolução da Caf para ampliar sua presença no Mundial foi disputada. Em 2022, cinco vagas estavam disponíveis; neste ano, nove foram diretas, mais uma via repescagem. O objetivo é manter um desempenho que justifique a ampliação.
Desempenho recente mostra lapsos de consistência. Tunisia sofreu com mudanças de comando após derrotas contundentes, enquanto África do Sul adotou sistema defensivo pouco eficaz na estreia. O time sul-africano encara a necessidade de recuperação no grupo.
Alguns países trazem sinais positivos. Morocco e Costa do Marfim chegaram perto de consagrar vantagem contra grandes seleções, mas fecharam com vitórias magras. Senegal, por sua vez, foi derrotado por França, com desempenho que agrava a impressão de baixa profundidade.
Entre os menos cotados, Cabo Verde e República Democrática do Congo apresentaram atuações elogiáveis. Congo acabou igualando Portugal, e Cabo Verde manteve confronto intenso com Espanha, gerando expectativa para as próximas partidas.
Quem deve seguir adiante? Egypt, Morocco e Costa do Marfim aparecem como favoritos para avançar. Ghana tem boa chance com base no time e na margem de erro de seus adversários. Tunis continua sem margem após derrota recente.
A projeção aponta que cerca de cinco a seis equipes africanas devem avançar às oitavas, realidade que justificaria o aumento de vagas. O próximo passo é converter oportunidades contra equipes de elite em vitórias consistentes.
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