A MLB enfrentou nova controvérsia sobre o uso de símbolos religioso e itens temáticos em jogos de Pride. Em resposta a uma decisão interna, o comissário Rob Manfred defendeu a política da liga que regula celebrações de Pride e o uso de uniformes e acessórios.
No jogo de 12 de junho, realizado entre San Francisco Giants e Chicago Cubs, os arremessadores Landen Roupp, JT Brubaker e Ryan Walker escreveram versículos bíblicos em seus bonés, que levavam a marcação do Giants em cores do arco-íris. O colega Sam Hentges optou por não usar o boné temático.
Contexto da política da liga
A MLB afirmou que escrever nos bonés viola as regras e, de acordo com a prática comum, havia emitido advertências aos jogadores para evitar futuras violações. O comissário explicou que várias equipes pediram exceções para usar símbolos de Pride em dias específicos, sob condições restritas.
Repercussões políticas e legais
O senador Josh Hawley enviou carta a Manfred preocupando-se com a advertência aos jogadores e questionando a promoção de uma visão política pela liga. A defesa de Hawley foi acompanhada por uma material de assessoria de justiça que sugeriu encaminhamento à Equal Employment Opportunity Commission para investigar possível discriminação religiosa.
Pontos da explicação de Manfred
Manfred afirmou que a Giants não comunicaram com clareza aos atletas sobre a opção de manter o uniforme normal. A liga também informou que Giants e Dodgers tiveram licença especial em 2023 para usar símbolos Pride, desde que não fosse imposto aos jogadores o uso e houvesse consentimento da equipe.
Situação atual
O comissário detalhou que, no fim das contas, os jogadores não foram multados nem punidos, e que a comunicação inadequada da Giants contribuiu para o mal-entendido. A liga continua com a política vigente sobre celebrações temáticas e o direito dos jogadores de escolher roupas alternativas.
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