A seleção brasileira se mantém focada na Copa do Mundo e encara a estreia no grupo com a Escócia, em Miami, às 18h locais. O jogo ocorre sob calor significativo, que pode afetar o rendimento dos atletas.
Na cidade da Flórida, as temperaturas atingem cerca de 35 C nesta semana, elevando a importância de hidratação constante para o desempenho. A FIFA estabelece paradas para hidratação em todas as partidas do Mundial.
A equipe realiza, na preparação, testes de suor e de urina em parceria com uma das patrocinadoras, para monitorar a reposição de nutrientes. Amostras são coletadas antes do treino, junto com a observação da coloração da urina.
Hidratação e monitoramento
Essa metodologia ajuda a ajustar a reposição de líquidos e eletrólitos conforme a atividade física individual. A variação entre atletas requer estratégias personalizadas para manter o equilíbrio hídrico.
Os quatro pilares da abordagem incluem hidratação prévia, individualização, orientação de eletrólitos e carboidratos para manter o líquido no corpo por mais tempo. A desidratação pode reduzir desempenho físico e mental, segundo especialistas.
Desidratação pode impactar memória, concentração e velocidade de reação, o que influencia tanto passes quanto defesas. No calor, o corpo produz mais calor durante o movimento, exigindo reposição adequada antes, durante e após o treino.
Cooling breaks são considerados úteis para evitar a sede e manter a performance, reduzindo o risco de fadiga física e mental durante as atividades sob altas temperaturas.
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