Hugo Calderano afirmou, em bate-papo com Antonio Tabet no Alt Tabet, que viveu um momento bem difícil após não conquistar a medalha desejada em Paris 2024 e precisou se concentrar no presente para recuperar a motivação.
Ele explicou que a preparação olímpica não começa quatro anos antes, mas é uma trajetória de vida, e destacou o tamanho do interesse do público brasileiro pelo tênis de mesa.
Segundo Calderano, a decepção teve efeito de frear a ansiedade pelo próximo ciclo, e ele evitou prender-se ao que aconteceu nem pensar demais no que viria pela frente.
Em 2025, o mesatenista teve o melhor ano da carreira, com a Copa do Mundo e a medalha de prata no Mundial, e já planeja metas mais detalhadas para Los Angeles 2028.
Ele relembra a evolução olímpíada e projeta novas marcas: oitavas em Tóquio, quartos em Paris e semifinais no maior torneio anterior, mantendo o objetivo de voos ainda mais altos.
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