Ana Lídia, esposa do meia Bruno Guimarães, relata que a rotina da família mudou drasticamente desde o início da Copa do Mundo. O casal está junto há sete anos e vive na Europa, onde Bruno atua pelo Newcastle United. Matteo, 3 anos, e Pietro, 2, acompanham a movimentação da competição com a família.
A rotina de refeições e horários de dormir ficou bagunçada, mesmo com planejamento. A mãe afirma que é apenas por um mês, e que está vivendo cada dia. O foco é manter a casa o mais próximo possível da realidade da família.
Os filhos participam do clima da Copa, mas ainda não entendem o conceito de campeonato. Eles assistem aos jogos em uma área reservada, com espaço para brincar, já que o barulho das arquibancadas dificulta a experiência para crianças pequenas.
A comunicação com Bruno é frequente durante o torneio. Eles se falam todos os dias, respeitando horários de treinos, reuniões e momentos dedicados à seleção brasileira.
Bruno Guimarães vive há seis anos na Europa. Além de jogar no Newcastle, a família encara a distância da família no Brasil, reconhecendo que as ausências em datas importantes pesam, mas são encaradas como parte de um propósito maior.
Sobre as regras da Copa de 2026, jogadores podem conversar com familiares por telefone, mensagens ou videochamadas. A presença de familiares no hotel permanece vedada, e há folgas entre partidas para reencontros fora da concentração, com retorno no mesmo dia.
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