Em 1998, Brasil e Noruega duelaram na fase de grupos da Copa do Mundo em Marselha, com vitória norueguesa por 2 a 1 após pênalti nos minutos finais. O lance decisivo ocorreu na área brasileira, gerando controvérsia na transmissão da época.
Bebeto abriu o placar aos 33 minutos do segundo tempo, mas Tore André Flo virou o jogo. Na jogada do pênalti, Júnior Baiano puxou Flo pela camisa, segundo reavaliação de laterais de arbitragem. A cobrança foi convertida por Rekdal aos 43 minutos.
Naquele dia, não houve confirmação de contato na imagem original da transmissão francesa e não havia VAR. A decisão causou reclamação generalizada de quem acompanhava o jogo pela televisão.
A polêmica ganhou uma segunda leitura apenas um dia depois, quando imagens de uma TV sueca mostraram o puxão de Baiano. O árbitro Esfandiar Baharmast relatou ter visto a infração e insistiu que a penalidade era correta.
Baharmast afirmou que, ao rever o lance, manteve a convicção de ter tomado a decisão correta. A influência dessas imagens fora das telas usadas na transmissão original gerou discussões sobre a justiça da marcação.
Na própria Copa de 1998, o Brasil chegou à final, perdendo para a França, enquanto a Noruega foi eliminada nas oitavas pela Itália. Agora, Brasil e Noruega se enfrentam novamente, pela mesma competição, em Nova Jersey, buscando vaga nas quartas.
A partida deste domingo está marcada para 17h (horário de Brasília). O vencedor encara o time que sair de Inglaterra x México, que também disputa vaga nas quartas.
- A reabertura do tema mostra como imagens fora da transmissão original podem alterar a percepção de uma jogada polêmica.
- A penalties assim descritos moldaram debates sobre a necessidade de recursos tecnológicos no futebol.
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