O duelo entre França e Paraguai, pela fase de grupos, gerou tensão em campo e polêmica sobre o comportamento dos jogadores sul-americanos. A seleção paraguaia adotou retranca para enfrentar a artilharia francesa, sob a orientação do técnico Gustavo Alfaro, buscando manter o resultado sob controle.
No lance inicial, Alderete foi ao chão após contato com Rabiot e, mesmo sem medir intensidade, o árbitro Tantashev deixou seguir. Sob pressão, Gomez, Almirón e Enciso também caíram ao gramado. O equilíbrio do jogo permitia manter a decisão no campo, com a arbitragem controlando as cerações em parte dos lances.
Os lances de provocação contra Mbappé, Olise e Dembele foram contestados, com atitudes de agarrões e empurrões que chamaram atenção. Em alguns momentos, o árbitro precisou atuar para conter a cera, mas houve contatos mais agressivos que passaram sem punição imediata.
Ao longo da partida, o Paraguai foi alvo de bolas disputadas perto da área. Um pênalti definido pelo VAR para Doue gerou cercamento de jogadores ao árbitro, em tentativa de reversão da decisão. Velasquez também teve atuação marcada por medidas contra a bola no momento de bolas paradas.
Apesar da postura defensiva, o goleiro Orlando Gill teve participação destacada, com defesas decisivas contra Mbappé em outra ocasião do confronto. A atuação do arqueiro foi um ponto positivo para a defesa paraguaia, que resistiu com organização na linha de trás.
A partida evidenciou um dilema comum no futebol moderno: defender com intensidade pode cruzar a linha de fair play. A atuação do Paraguai mostrou mérito defensivo em momentos críticos, mas gerou críticas por ações consideradas antijogo.
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