Gabriel Sá avalia que o Marrocos forma a geração africana mais forte da história, sustentando o nível com organização e captação de talentos. A análise foi feita no programa Fim de Papo, do Canal UOL, após a vitória do Marrocos sobre o Canadá nas oitavas de final da Copa do Mundo.
Ele destacou a mudança de estilo da equipe, que passou a atuar com mais posse de bola e controle, em substituição ao modelo anterior descrito como mais reativo. Segundo Sá, a troca de comando técnico contribuiu para o salto atual, com possibilidade de enfrentar a França nas próximas fases.
O comentarista ressaltou também o papel do scouting como motor de crescimento, com jogadores formados ou revelados na Europa optando pela seleção marroquina. Exemplos citados incluem jovens que migraram para a equipe principal após o interesse de observadores do país.
Rodrigo Mattos concorda com o peso histórico do Marrocos, lembrando que o país chegou às quartas de final em Copas do Mundo consecutivas, algo incomum entre seleções africanas. Já Bira elogiou a disciplina tática e a quebra de estereótipos sobre o futebol do continente, destacando o desempenho recente da equipe.
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