A comissão técnica dos Steelers parece mirar no passado para tentar reacender o ataque da equipe. Mike McCarthy, de 62 anos, assumiu o comando após a saída de Mike Tomlin, encerrando 19 temporadas como head coach. A mudança busca livrar Pitt de dificuldades ofensivas recorrentes.
McCarthy retorna à cidade natal para liderar o time na 19ª temporada como treinador principal, com passagens por Green Bay e Dallas. Em suas oito temporadas com quarterbacks diferentes, as unidades de ataque tiveram histórico forte em jardadas e pontos.
Ao herdar a linha ofensiva de Pittsburgh, McCarthy não pretende abandonar o que já funcionou no seu modelo. Ele enfatiza que há princípios centrais, de onde surgem variações conforme o cenário. O objetivo é manter a essência da jogada, apenas com novas chamadas.
O Steelers chega a 2026 com a sequência de temporada abaixo do top 10 em pontos pela sexta vez consecutiva. A filosofia de McCarthy, voltando à origem, busca um equilíbrio entre variações modernas e fundamentos consagrados.
Aaron Rodgers, retorno anunciado para a segunda temporada em Pittsburgh, convive com o reencontro de velhas fórmulas ofensivas. O quarterback destacou ter passado 13 anos no esquema de McCarthy, que passou por Dallas e adaptou algumas peças ao longo do tempo.
Ao lado de Rodgers, Pitt reforçou o ataque com Michael Pittman via troca com Indianápolis, ampliando o corpo de recebedores ao lado de DK Metcalf. A equipe também aposta na energia de Germie Bernard, estreante na segunda rodada.
Rodgers descreveu o novo ciclo como um retorno às bases da West Coast Offense, enfatizando o tempo de passagem da bola como elemento-chave. A parceria com McCarthy, consolidada na era Packers, volta a ser o eixo do ataque.
Ramon Chinyoung Jr., treinador de running backs, reforçou que a identidade do ataque está sendo retomada: voltar às origens de McCarthy. A meta é devolver Pittsburgh à era de protagonismo ofensivo nas fases decisivas da NFL.
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