O Brasil perdeu para a Noruega por 2 a 1 na fase de grupos da Copa de 1998, em Marselha. O pênalti marcado aos 43 minutos do segundo tempo garantiu a virada europeia, em lance cometida por Júnior Baiano. Na época, não havia VAR, e as imagens da transmissão não eram conclusivas.
A dúvida tomou conta no Brasil, já que a TV francesa não mostrou o suficiente para confirmar a regra do árbitro norte-americano Esfandiar Baharmast. Somente 24 horas depois, imagens da TV sueca mostraram o contato dentro da área, definindo o pênalti como claro.
Baharmast recordou que, ao consultar o analista de arbitragem Michel Vautrot, houve resistência dos jogadores, mas a decisão permaneceu. Ele disse ter visto o puxão na repetição exibida pela manhã seguinte. A Arbitragem, ainda assim, manteve o veredito em campo.
O episódio de 1998 e a evolução tecnológica no futebol
Em 1998, o Brasil chegou à final, mas perdeu para a França. O duelo contra a Noruega é lembrado como marco na discussão sobre tecnologia no esporte. A presença do VAR, anos depois, mudou a dinâmica de decisões em campo.
No cenário atual, a Seleção Brasileira volta a enfrentar a Noruega na Copa do Mundo de 2026. A partida acontece neste domingo, 5, às 17h (horário de Brasília), em Nova Jersey, nos Estados Unidos. Caso haja vaga, o adversário nas quartas será o vencedor de Inglaterra x México.
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