Robôs humanoides entraram em campo neste domingo em Incheon, Coreia do Sul, para a final da RoboCup 2026, a principal competição mundial de robótica e IA. A disputa ocorreu no estádio local, com equipes de todo o mundo competindo por título e reconhecimento. A final reuniu mais de 3.000 competidores de 45 países.
A equipe Hephaestus, da Universidade de Tsinghua (China), venceu a Mountain and Sea, da Universidade Agrícola (China), na decisão. Durante o jogo, robôs tropeçaram e chegaram a colidir, mas se reergueram para seguir a partida e manter o ritmo. O resultado oficial confirmou a vitória chinesa.
Changsheng Luo, líder da Hephaestus, apontou o objetivo da equipe para o longo prazo: tornar-se campeã da Fifa em 2050, com a previsão de robôs disputando partidas ao lado de human
os. Os organizadores destacaram a participação de mais de 3.000 competidores de 45 países, evidenciando o alcance internacional do evento. Em paralelo ao futebol, os robôs enfrentaram provas de busca e resgate simulando zonas de desastre.
Participantes e formatos da competição
Além das partidas de campo, houve desafios de busca e resgate, com simulações de desastres. Mais de 70% das equipes teriam utilizado plataformas desenvolvidas pela Booster Robotics, empresa chinesa de robôs humanoides, segundo Chaoyi Li, chefe da equipe global da companhia.
Uso de plataformas de robótica
Li afirmou que a adoção da Booster Robotics era global, não restrita a equipes de determinado país, destacando a presença de participantes de várias nações. A RoboCup 2026 manteve o foco em o que acontece dentro do campo, sem extrapolar para além das provas oficiais.
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