O presidente da Fifa, Gianni Infantino, anunciou neste domingo (23) a criação de um Mundial Sub-15 aberto às 211 federações filiadas à entidade. A primeira edição, voltada ao futebol masculino, será disputada de 22 a 31 de outubro de 2026, no Azerbaijão, e pode reunir mais de 4 mil jovens jogadores.
O anúncio foi feito durante uma passagem de Infantino pela República Dominicana, onde participou de encontros com representantes da União Caribenha de Futebol. Segundo ele, a nova competição faz parte da estratégia da Fifa de levar mais oportunidades às federações que estão distantes das principais potências do futebol.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, anunciou neste domingo (23) a criação de um Mundial Sub-15 aberto às 211 federações filiadas à entidade. A primeira edição, voltada ao futebol masculino, será disputada de 22 a 31 de outubro de 2026, no Azerbaijão, e pode reunir mais de 4 mil jovens jogadores.
O anúncio foi feito durante uma passagem de Infantino pela República Dominicana, onde participou de encontros com representantes da União Caribenha de Futebol. Segundo ele, a nova competição faz parte da estratégia da Fifa de levar mais oportunidades às federações que estão distantes das principais potências do futebol.
“Queremos fazer o futebol crescer em cada um dos nossos 211 países no mundo. Alguns, infelizmente, não precisam e não querem que outros cresçam, mas precisamos diminuir essa diferença entre os grandes países e todos os outros”, afirmou.
A previsão é de que a primeira edição feminina seja realizada em 2027. A partir de 2028, a intenção da entidade é organizar os Mundiais Sub-15 masculino e feminino anualmente.
Anúncio em meio à crise
O momento político da Fifa, porém, não é dos melhores. Nas últimas semanas, a pressão sobre o atual presidente aumentou após Infantino revelar a intenção de “terceirizar” suas competições para investidores privados. A proposta, que poderia render bilhões de dólares à Fifa, não agradou a dirigentes de confederações importantes e acabou abandonada.
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Entre os críticos estava Victor Montagliani, presidente da Concacaf e vice-presidente da Fifa. O clima entre os dois piorou na semana passada, quando Montagliani pediu que Infantino não fosse a um torneio Sub-14 na República Dominicana. Ele temia que a crise nos bastidores da Fifa acabasse se tornando o principal assunto e deixasse a competição em segundo plano.
Infantino manteve a viagem. No país, conversou com dirigentes do Caribe e defendeu que a Fifa precisa aumentar suas receitas para investir mais nas federações com menos recursos. O novo Mundial Sub-15 foi citado por ele como um exemplo de projeto que depende desse dinheiro.
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