A Copa do Mundo de 2026 chega às semifinais com quatro campeãs mundiais, mas também com uma lista curiosa de “maldições” estatísticas circulando entre torcedores. Argentina, França e Inglaterra carregam tabus históricos que, em tom de brincadeira, são usados como alerta antes da decisão do torneio. A Espanha, por outro lado, é a única semifinalista […]
A Copa do Mundo de 2026 chega às semifinais com quatro campeãs mundiais, mas também com uma lista curiosa de “maldições” estatísticas circulando entre torcedores. Argentina, França e Inglaterra carregam tabus históricos que, em tom de brincadeira, são usados como alerta antes da decisão do torneio.
A Espanha, por outro lado, é a única semifinalista que escapa das três listas.
França: a “maldição” do atual Bola de Ouro
A França chega à semifinal como uma das grandes favoritas, com ataque forte e Mbappé novamente em nível decisivo. Mas a presença de Dembélé como atual Bola de Ouro virou combustível para o tabu: “o atual Ballon d’Or nunca ganhou a Copa”.

Foto: Reprodução/X
O contexto correto é importante. Dembélé já tem uma Copa no currículo, conquistada em 2018. Portanto, não diz que ele nunca foi campeão mundial, mas que o jogador que chega ao Mundial carregando a Bola de Ouro não costuma terminar a competição levantando a taça.
Inglaterra: o tabu do técnico estrangeiro
A segunda “maldição” mira a Inglaterra. Thomas Tuchel é alemão e tenta fazer algo que nenhum treinador estrangeiro conseguiu até hoje: ser campeão mundial comandando uma seleção que não é a de seu país.

Foto: Creative Commons
A Fifa já havia tratado o tema antes da Copa de 2026, destacando técnicos estrangeiros que buscavam fazer história no torneio. Se for campeã, a Inglaterra não quebraria apenas a própria fila. Também derrubaria um tabu que atravessa toda a história das Copas.
Argentina: o peso de começar como número 1 do ranking
A terceira “maldição” envolve a Argentina. Atual campeã do mundo, a seleção começou a Copa de 2026 no topo do ranking da Fifa. Em junho, antes do Mundial, a entidade confirmou que os argentinos haviam retomado a liderança da lista.

O problema é que, desde a criação do ranking da Fifa, em 1992, a seleção que inicia a Copa como número 1 nunca terminou campeã. A marca já atingiu Brasil, França, Espanha, Alemanha e outras favoritas em diferentes edições.
Espanha é a única fora da lista
Entre as quatro semifinalistas, a Espanha é a única que não aparece em nenhuma dessas três “maldições”. Não tem o atual Bola de Ouro no elenco, não é comandada por um técnico estrangeiro e não começou o Mundial como número 1 do ranking da Fifa.
Luis de la Fuente é espanhol, Lamine Yamal ficou em segundo na Bola de Ouro de 2025, atrás de Dembélé, e a Espanha iniciou a Copa abaixo da Argentina no ranking.
Ou seja: se depender apenas das superstições, La Roja chega mais “limpa” para a reta final.
Além dessas três “maldições” mais comentadas, há diversos outros tabus e curiosidades que costumam assombrar a Copa do Mundo e alimentar o imaginário dos torcedores.
Saiba mais: As “maldições” que assombram favoritos na Copa do Mundo de 2026
No fim, esses tabus funcionam mais como combustível de narrativa do que como previsão.
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