O jornal americano “The New York Times” publicou um obituário de Garrincha 43 anos depois da morte do ídolo brasileiro. A homenagem faz parte da série “Overlooked No More”, que recupera a trajetória de personalidades importantes que, no momento da morte, não receberam um registro proporcional à relevância que tiveram. Manoel Francisco dos Santos, o […]
O jornal americano “The New York Times” publicou um obituário de Garrincha 43 anos depois da morte do ídolo brasileiro. A homenagem faz parte da série “Overlooked No More”, que recupera a trajetória de personalidades importantes que, no momento da morte, não receberam um registro proporcional à relevância que tiveram.
Manoel Francisco dos Santos, o Mané Garrincha, morreu em 20 de janeiro de 1983, aos 49 anos, no Rio de Janeiro. A versão digital do obituário foi publicada em 10 de julho, enquanto a edição impressa saiu na última segunda-feira (13).
Na reportagem, o “NY Times” relembra a origem humilde de Garrincha em Pau Grande, no Rio de Janeiro, até sua transformação em um dos maiores jogadores da história do futebol. O texto também destaca o talento considerado quase impossível do ponta, além do brilho em Copas do Mundo.
Ao longo de sua carreira, Garrincha se destacou principalmente pelo Botafogo, clube pelo qual conquistou títulos importantes como os Campeonatos Cariocas de 1957, 1961 e 1962, além do Torneio Rio-São Paulo.
Conhecido por seus dribles desconcertantes e estilo irreverente, ele encantou torcedores e adversários, tornando-se um dos maiores ídolos da história do clube e do futebol brasileiro. Também teve passagens por outras equipes no fim da carreira, mas foi no Botafogo que construiu seu legado mais marcante.
Garrincha foi bicampeão mundial com a seleção brasileira em 1958 e 1962. Ao lado de Pelé, ajudou a formar uma das duplas mais emblemáticas da história do futebol. Pela Seleção, marcou cinco gols em Copas do Mundo.
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Foto: Divulgação
A publicação também aborda o lado trágico da vida do jogador, que morreu em decorrência de complicações causadas pelo alcoolismo. Mais de quatro décadas depois, o obituário funciona como uma correção histórica para um dos maiores nomes que o futebol brasileiro já produziu.
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