O gol que abriu o placar para a Espanha na vitória por 2 a 0 contra a França na semifinal da Copa do Mundo, nesta terça-feira (14), nasceu de um lance que deixou muita gente confusa: a bola tocou no braço de Lamine Yamal antes de ele ser atingido por Lucas Digne e, mesmo assim, […]
O gol que abriu o placar para a Espanha na vitória por 2 a 0 contra a França na semifinal da Copa do Mundo, nesta terça-feira (14), nasceu de um lance que deixou muita gente confusa: a bola tocou no braço de Lamine Yamal antes de ele ser atingido por Lucas Digne e, mesmo assim, o pênalti foi marcado a favor dos espanhóis. A decisão do árbitro salvadorenho Iván Barton, porém, segue a regra da Fifa.
De acordo com o regulamento, nem todo contato da bola com a mão ou o braço é falta. Para punir, o árbitro precisa identificar um movimento deliberado do braço em direção à bola ou uma posição que amplie o corpo de forma antinatural. No lance de Yamal, nada disso ocorreu: o braço estava junto ao corpo e foi a bola que bateu nele.
Veja também: 7 a 1 e mais: quais são as semifinais mais memoráveis da história das Copas?
A segunda dúvida comum é se o toque, por ser de um atacante, invalidaria a jogada ofensiva. Já houve tempo em que praticamente qualquer mão acidental no início de um ataque era punida, mas o critério foi alterado. Atualmente, o toque acidental só é falta em duas situações: quando o próprio jogador marca o gol com a mão ou braço, ou quando finaliza imediatamente após a bola tocar nessa parte do corpo. Yamal não fez nem uma coisa nem outra.
O árbitro, portanto, considerou normal o toque no braço, por ausência de gesto deliberado ou posição antinatural, e depois, entendeu que Digne fez falta dentro da área com a bola em disputa.
Entre na conversa da comunidade