Nem a decisão de uma Copa do Mundo muda os costumes argentinos. Na noite de sexta-feira (17), a menos de 48 horas da final contra a Espanha, a delegação albiceleste se reuniu mais uma vez em torno de um assado, ritual que virou marca registrada da concentração argentina ao longo de todo o Mundial. O […]
Nem a decisão de uma Copa do Mundo muda os costumes argentinos. Na noite de sexta-feira (17), a menos de 48 horas da final contra a Espanha, a delegação albiceleste se reuniu mais uma vez em torno de um assado, ritual que virou marca registrada da concentração argentina ao longo de todo o Mundial.
O momento foi compartilhado pelo próprio presidente da Associação Argentina de Futebol, Claudio “Chiqui” Tapia, que publicou nas redes sociais um vídeo com cenas de descontração entre os jogadores durante o churrasco. Nas imagens, o clima é de leveza, nada que lembre a tensão natural de quem disputa o título mundial no domingo, às 16h, no MetLife Stadium.
Argentino hasta los huesos. Y sí, hubo asado con la banda 🔥😎 pic.twitter.com/Br9DAa8At6
— Chiqui Tapia (@tapiachiqui) July 18, 2026
O assado é mais que refeição: é instituição na seleção argentina. A tradição acompanhou o elenco de Lionel Scaloni durante toda a campanha. O técnico e os atletas apontam que o grupo foi construído sobre a união do vestiário e o ambiente familiar que blindou a equipe das polêmicas externas, incluindo as acusações de favorecimento.
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A receita, afinal, tem funcionado. Campeã em 2022 com o mesmo espírito de grupo, a Argentina chega à segunda final consecutiva de Copa embalada pela virada dramática sobre a Inglaterra. A aposta é de que a fórmula que combina churrasco, família e o brilho de Messi renderá, no domingo, o segundo troféu seguido.
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