Um passageiro da Turkish Airlines faleceu durante um voo de Istambul para San Francisco no dia 13 de julho, levando a um desvio para o aeroporto O’Hare, em Chicago, para que assistência médica fosse prestada. A tripulação tomou essa decisão após a vítima sofrer uma emergência médica grave.
Após o pouso, o corpo do passageiro não foi registrado pelo Instituto Médico Legal de Chicago. A porta-voz do órgão, Natalia Derevyanny, afirmou que não há qualquer registro de entrada de um corpo proveniente desse voo. A situação gerou incertezas sobre o paradeiro dos restos mortais.
O gerente da Turkish Airlines no aeroporto, Ertugrul Gulsen, confirmou que o corpo foi retirado do avião e enviado para San Francisco em outro voo. No entanto, ele não forneceu detalhes sobre a logística do transporte, aumentando a confusão em torno do caso. A companhia aérea ainda não se manifestou oficialmente sobre os pedidos de esclarecimento da imprensa.
Emergências médicas em voos são mais comuns do que se imagina, ocorrendo em um a cada 600 voos nos Estados Unidos. Dados do CDC indicam que cerca de três em cada mil incidentes resultam em fatalidades. A falta de informações claras sobre o destino do corpo do passageiro falecido levanta questões sobre os procedimentos adotados em situações semelhantes.
Entre na conversa da comunidade