Na manhã de 19 de outubro, o Museu do Louvre, em Paris, foi palco de um audacioso furto. Uma gangue de ladrões, utilizando uma escada lateral e motos, levou joias da coroa francesa do período Napoleônico em apenas sete minutos. O crime ocorreu logo após a abertura do museu, às 9h30, e envolveu a entrada pela Galerie d’Apollon, onde os criminosos forçaram uma janela do segundo andar.
Após entrar no museu, os ladrões quebraram vitrines e recolheram uma coleção de peças valiosas, incluindo oito joias da coroa, e fugiram rapidamente. Entre os itens roubados, destacam-se uma tiara de Napoleon III, adornada com 2.210 diamantes, e um broche da imperatriz Eugénie, com 2.438 diamantes. Um item, a coroa da imperatriz, foi encontrado danificado nas proximidades, indicando que os ladrões a deixaram para trás.
Segurança e Vulnerabilidades
A operação foi considerada altamente profissional, levantando questões sobre a segurança do Louvre. O museu enfrenta desafios com a crescente quantidade de visitantes e problemas de pessoal, o que pode ter facilitado a ação dos ladrões. Autoridades iniciaram uma busca nacional e internacional, analisando imagens de câmeras de segurança para identificar os suspeitos.
O valor das joias é incalculável, não apenas por seu valor material, mas também por sua importância histórica. Especialistas alertam que os ladrões podem desmontar as peças para vender no mercado negro, uma prática comum em grandes furtos. O presidente Emmanuel Macron condenou o incidente e prometeu que os responsáveis serão encontrados. O furto reavivou memórias do famoso roubo da Mona Lisa em 1911, um dos maiores da história do Louvre.
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