O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que seu plano de paz para a Ucrânia, composto por 28 pontos, não é uma proposta definitiva. Ele concedeu ao presidente ucraniano, Volodímir Zelenski, um prazo até quinta-feira para aceitar as condições, mas deixou claro que está aberto a ajustes. “Não, não é minha oferta definitiva”, afirmou Trump. A declaração foi feita após reuniões com líderes europeus, incluindo o chanceler alemão, Friedrich Merz, e o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer.
As negociações em torno do plano de paz têm ganhado impulso, com a presença de figuras importantes como o senador Marco Rubio e o enviado especial Steve Witkoff, que estarão em Genebra para discutir os termos com uma delegação de Kiev. A proposta, que surpreendeu as autoridades europeias, inclui concessões significativas por parte da Ucrânia, como a entrega do controle da região do Donbás à Rússia e a proibição de tropas da OTAN em seu território.
Reações e Desdobramentos
A proposta gerou reações mistas entre os líderes europeus, que consideram o plano insuficiente e pedem mais negociações. A Casa Branca enfatizou que qualquer acordo deve garantir segurança para a Ucrânia e a Europa, além de oferecer incentivos econômicos para ambas as partes. A porta-voz Karoline Leavitt destacou que o plano deve refletir a realidade atual e buscar um cenário em que todos saiam ganhando.
Trump também indicou que, se Zelenski não aceitar a proposta, os Estados Unidos poderiam retirar seu apoio. As negociações continuam, enquanto o mundo aguarda a resposta da Ucrânia e os próximos passos na busca por uma solução para o conflito.
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