O papa Leo pediu que Donald Trump não tente derrubar Nicolás Maduro pela força militar e busque o diálogo. A mensagem foi feita durante o retorno dele de uma viagem à Turquia e ao Líbano, a bordo de um avião papal. O Vaticano informou que a Igreja trabalha para acalmar a situação, destacando que são os povos que sofrem.
Segundo relatos, houve um suposto telefonema entre Trump e Maduro. A imprensa informou que o presidente americano teria feito um ultimato para a entrega do poder, enquanto Maduro teria rejeitado, pedindo uma amnistia mundial para ele e aliados. As fontes não confirmam oficialmente os termos.
O governo dos EUA aumentou a presença militar no Caribe, marcando a maior concentração desde a invasão de 1989. Além disso, foram realizadas 21 operações contra barcos suspeitos de tráfico de drogas na região caribenha e no Pacífico, com dezenas de mortes atribuídas a ataques, segundo autoridades.
Desdobramentos diplomáticos
O Vaticano ressaltou a necessidade de solução pacífica e citou pressões econômicas como alternativa ao uso da força. O pontífice também destacou que mudanças no país devem ocorrer sem sofrimento para a população. Em meio às tensões, Leo sugeriu que mudanças externas ocorram por meio de diálogo.
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