A Casa Branca marca uma reunião de segurança nacional para as 17:00 (horário de Washington) para discutir os próximos passos em relação à Venezuela. O encontro, com presença de assessores próximos, ocorre em meio a tensões crescentes entre os EUA e o governo venezuelano, e possíveis ações militares. O objetivo é avaliar opções e impactos de novas medidas.
Donald Trump informou ter conversado por telefone com Nicolás Maduro há cerca de duas semanas, sem revelar resultados. A segurança nacional é o tema central, com discussão sobre o uso de força e sobre o papel de autoridades americanas na região.
Participantes e papel estratégico
Entregam-se ao debate o secretário de Defesa, Pete Hegseth, e o secretário de Estado, Marco Rubio. Também integram a pauta o chefe do Estado-MAYor, o general Dan Caine, a chefe de Gabinete, Susie Wiles, e o principal assessor de política interna, Stephen Miller. A reunião ocorre após recentes declarações de Trump sobre o espaço aéreo venezuelano.
Contexto de atuação dos EUA
Washington acusa Maduro de narcoterrorismo e atribui ao cartel de los Soles ações ligadas ao narcotráfico. O Departamento de Estado incluiu o cartel na lista de organizações terroristas estrangeiras. Desde agosto, forças americanas mantêm grande mobilização no Caribe, com ataques a supostas narcolanchas identificados desde setembro. As autoridades americanas dizem que ação pode ampliar ações dentro do território venezuelano.
Perspectivas e declarações públicas
Rubio é visto como defensor de uma postura mais rígida contra Caracas, enquanto Hegseth enfrentou críticas após reportagens sobre operações. Trump afirmou, a bordo do Air Force One, que não comentaria detalhes de informações sobre possíveis ataques e que seria avaliada a informação apresentada pelo secretário de Defesa.
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