O aumento do controle estatal sobre a religião na China, por meio da sinização, é descrito em um relatório recente como uma artistura de políticas para alinhar crenças e práticas aos princípios do Partido Comunista. A intensificação ocorre desde 2023, com medidas que extrapolam o discurso e se traduzem em ações legais.
O documento aponta casos de perseguição, como o da Linfen Covenant Home Church, uma congregação não registrada. Líderes da comunidade enfrentaram processos criminais sob acusações de fraude, segundo a organização internacional de direitos religiosos CSW.
Conforme o relatório, Li Jie e Han Xiaodong cumprem três anos e oito meses de prisão. Wang Qiang foi liberado sob fiança em março, mas depois recebeu uma sentença de um ano e onze meses. A CSW ressalta que o arcabouço jurídico tem sido utilizado para restringir a liberdade religiosa no país.
A CSW afirma que o objetivo é colocar o Partido no centro de tudo e reduzir espaço para práticas religiosas independentes. A organização pede que governos e parlamentos adotem medidas para responsabilizar autoridades e promover transparência em direitos humanos.
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