O Secretaria de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, enfrenta novos desdobramentos sobre uso de redes privadas para comunicar ações militares. Relatórios de inspeção apontam riscos de vazamento de táticas em Yemen e levantam questões sobre a segurança de plataformas.
Holsey deixa o cargo de Comandante do Mando Sul ainda este ano, após menos de um mandato. O IG entregou dois relatórios aos militares e autoridades do governo.
O segundo documento aponta falta de uma plataforma governamental segura para mensagens em tempo real, levando oficiais a recorrer a ferramentas comerciais.
Desvios e investigações
O IG concluiu que o uso de Signal expôs informações táticas, embora não classificadas, e não responsabiliza Hegseth por divulgar dados confidenciais. A desclasificação contínua é tratada sem orientações sobre políticas de divulgação.
Contexto da descontinuidade
Holsey, criticado por questões legais sobre ataques, deixa o posto neste dezembro. A gestão de Hegseth e o planejamento de operações contra narcolanchas no Caribe seguem sob avaliação de comitês do Congresso.
Impactos e perspectivas
Relatórios também detalham que a guerra legal envolve possível crime de guerra nos dois ataques contra as embarcações, com dois sobreviventes após o primeiro golpe. A Casa Branca sustenta que ordens foram dadas dentro da legalidade e necessidade da defesa.
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