Blaine McGraw, médico militar, foi alvo de uma ação civil iniciada em novembro contra ele, em Fort Hood, Texas. A ação acusa toques inadequados e filmagens secretas durante atendimentos realizados no centro médico da base.
Mais 81 mulheres se juntaram à ação civil less de um dia após o ingresso de acusações criminais. As acusações incluem gravação indecente e outras infrações associadas a 44 vítimas identificadas, segundo relatado pela imprensa.
Abordagens legais e contexto atual
A atualização da ação civil amplia as acusações contra McGraw para agressão, violência sexual e lesões sob a lei do Texas, além das alegações de gravação indecente. A maioria dos casos ocorreu durante exames ginecológicos realizados no centro da base.
Conforme descrito, McGraw tratou pacientes em Fort Hood a partir de 2023. Uma das vítimas relata exame de kit de estupro com constante uso do celular, o que, segundo a queixa, pode indicar fotografias durante o atendimento.
Desdobramentos e impacto institucional
A ação civil sustenta que a conduta de McGraw prejudicou o acesso à justiça das vítimas e permitiu que o autor evitasse responsabilização. Advogados das vítimas detalharam falhas potenciais no registro médico de procedimentos sensíveis.
Especialistas ouvidos pelo Washington Post dizem que o caso pode testar reformas do Pentágono voltadas ao combate à violência sexual e ao apoio às sobreviventes. As autoridades militares não comentaram oficialmente até o momento.
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