O Parlamento tailandês foi dissolvido pelo Primeiro-Ministro Anutin Charnvirakul na manhã de sexta-feira, em decisão para evitar voto de desconfiança. O anúncio indica eleições antecipadas entre 45 e 60 dias, com governo interino de poderes limitados até a formação de um novo governo.
A dissolução ocorre em meio a tensões com o Camboja e a promessa contestada do PPP de realizar um referendo. Anutin assegura ter cumprido um acordo anterior, enquanto a oposição acusa manobra para escapar de impeachment. O rei Vajiralongkorn aprovou a medida poucas horas depois.
Enquanto o cenário político interno se mantém contido, Trump disse ter conversado com Anutin e Hun Manet sobre cessar-fogo na região, mas surgem declarações conflitantes entre as partes. Na região, violência entre Tailândia e Camboja resultou em dezenas de mortos e centenas de milhares de deslocados.
Na Europa, o Conselho Europeu planeja aprovar um empréstimo condicionado ao pagamento de danos de guerra por parte da Rússia, condicionando o uso de ativos congelados. Em resposta, a Rússia ingressou com ação contra a Euroclear, intermediária dos ativos congelados. Na Bulgária, o primeiro-ministro Rosen Zhelyazkov renunciou pouco antes de voto de confiança, em meio a protestos de Gen Z.
O quadro regional também traz protestos de jovens na Bulgária, sinalizando mudanças políticas. A União Europeia avalia próximos passos sobre ativos russos e reconciliação energética na Europa, enquanto a Rússia busca contornar sanções por meio de ações judiciais.
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