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Empreiteiros dos EUA disputam reconstrução de Gaza; Alligator Alcatraz lidera

Gothams LLC recua da licitação de reconstrução de Gaza por questões de segurança; planos de logística e preços circulam entre players influentes, sem contratos firmes

Homes and buildings destroyed by the Israeli military in the Nuseirat refugee camp in the central Gaza Strip, on 13 December 2025.
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Nos bastidores das discussões sobre a reconstrução de Gaza, relatos indicam esforços conjuntos dos EUA e da ONU para organizar o processo de ajuda humanitária e logística. A ideia inclui a criação de um Board of Peace, sob a presidência de Donald Trump, com apoio de um Centro de Coordenação Civil-Militar de mandato limitado e da equipe associada a Kushner. A estratégia envolve licitações e acordos que ainda não foram formalizados.

Segundo fontes, o objetivo é estruturar a reconstrução frente aos danos causados por dois anos de conflitos, com estimativas de até 70 bilhões de dólares em impacto financeiro, de acordo com dados da ONU. Enquanto isso, gestores da administração americana trabalham paralelamente com uma força tarefa liderada por Jared Kushner para mapear iniciativas de assistência e reconstrução.

Representantes de governos e empresas têm se movido com rapidez, buscando contatos influentes nos EUA para assegurar posições no eventual contrato. Documentos e relatos indicam que há slides com planos logísticos, estimativas de preço e localização de armazéns, cuja divulgação não confirma uma janela de contratação já aberta. A movimentação aponta para um mercado potencialmente lucrativo nas áreas de construção, demolição e logística.

Participação de Gothams LLC e desdobramentos

A Gothams LLC, contratada anteriormente para administrar um centro de detenção em sul da Flórida, foi mencionada como possível concorrente para o processo de reconstrução de Gaza. A empresa foi ligada a um histórico de contratos com fortes contatos políticos nos Estados Unidos. Documentos e fontes descrevem a empresa como tendo “caminho facilitado” para acesso a opções de governança de alto nível.

Em resposta, o fundador da Gothams, Matt Michelsen, informou que a empresa reconsiderou a participação no processo, citando preocupações de segurança como razão para desistir. A Casa Branca não forneceu respostas detalhadas sobre o andamento do processo liderado pela equipe de Gaza, limitando-se a afirmar que ainda não há decisões finais e que várias propostas estão em avaliação.

Relatórios indicam que equipes técnicas e representantes de empresas têm viajado para a região para encontros com autoridades americanas e potenciais parceiros, antes do período de festas. Uma fonte ouvida pelo veículo afirma que o cenário de reconstrução atrai numerosos interessados, com a sensação de competição acirrada entre grupos que buscam participar do processo.

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