Um tiroteio durante uma celebração de Hanucá em Bondi, em Sydney, deixou 16 mortos, incluindo o atirador de 50 anos, e dezenas feridos. O incidente ocorreu na noite de domingo, durante as comemorações da comunidade judaica.
Autoria é atribuída a Sajid Akram e Naveed Akram, pai e filho. A polícia investiga os antecedentes dos suspeitos; o veículo trazia sinais do grupo extremista Estado Islâmico. Estima-se que os ataques duraram entre 10 e 20 minutos.
Duas armas foram usadas, segundo relatos da cena, incluindo um rifle de repetição e uma espingarda. O pai chegou à Austrália em 1998 com visto de estudante; o filho é cidadão australiano de nascimento. O atacante mais velho morreu no local, elevando as vítimas.
Investigação e contexto
O ataque elevou o número de mortos na história recente da Austrália, após o pior ataque em Port Arthur, em 1996. O governo já sinalizava endurecimento de leis de armas, com propostas de licenças revisáveis e registro nacional.
O primeiro-ministro Anthony Albanese informou que medidas podem incluir limites a licenças indefinidas, controle de artefatos e restrição de tipos de armas. Também haverá criação de um registro nacional de armas.
A polícia informou que havia informações anteriores sobre os autores, mas sem indicativos de ameaça imediata. Várias autoridades ressaltaram que o país mantém leis rígidas, mas reforçarão controles para evitar novos incidentes.
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