O governo dos Estados Unidos anunciou o maior pacote de armas já enviado a Taiwan, no valor de 11,1 bilhões de dólares. O acordo, sob a gestão da administração Trump, inclui sistemas HIMARS, obuses M109, mísseis Javelin/TOW e munições Altius. A negociação depende de aprovação do Congresso.
A pretensa liberação faz parte de uma estratégia de dissuasão diante da China, priorizando capacidades de guerra assimétrica com equipamentos móveis e de menor escala. Taiwan já tem gasto reforçado em defesa para ampliar esse diferencial operacional.
Este é o segundo pacote de armas dos EUA para Taiwan neste mandato de Trump e pode superar o montante de 8,4 bilhões de dólares registrado na era Biden, caso haja anuência legislativa. A meta é manter superioridade militar em cenário regional volátil.
Contexto e objetivo estratégico
Washington busca impedir um conflito no Estreito de Taiwan ao preservar a superioridade militar sobre a China, estimulando Taipei a investir em capacidades de autodefesa com foco em mobilidade e custo-benefício. Taiwan tem enfatizado a importância de reforçar defesas.
Reação internacional
Beijing classificou o acordo como prejudicial à paz e à estabilidade na região, apontando que armas para Taiwan aumentam a tensão. O porta-voz chinês Guo Jiakun afirmou que a assistência à chamada independência taiwanesa não terá êxito.
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