A Nigéria informou aos Estados Unidos que forneceu inteligência sobre jihadistas antes dos ataques ocorridos no país no Natal. A declaração veio do ministério das Relações Exteriores na última sexta-feira, após presidente dos EUA anunciar a ação.
Trump afirmou, em rede social, que a força militar realizou ataques contra militantes do ISIS no noroeste da Nigéria, citando ataques a comunidades cristãs. O governo norte-americano não detalhou números ou alvos, somente informou a operação.
O ministro das Relações Exteriores da Nigéria, Yusuf Tuggar, disse ter conversado duas vezes com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e que o governo federal autorizou a operação. Tuggar afirmou que houve cooperação com outros países e que o processo é contínuo.
Cooperação e próximas etapas
Tuggar detalhou que as conversas ocorreram antes do ataque e também após, com duração total de 24 minutos, e que as informações foram compartilhadas para apoiar as ações. O presidente Bola Tinubu teria dado o aval para a ofensiva.
O ministro ressaltou que o ataque é visto como parte de um processo contínuo de cooperação internacional, sem fornecer mais informações. A nota oficial não trouxe novos dados sobre consequências ou impactos locais.
Entre na conversa da comunidade