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Eleições em Myanmar começam sob controle da junta com Suu Kyi banida

Votação inicia sob controle da junta com áreas excluídas e críticas proibidas; violência persiste, observadores internacionais presentes e legitimidade contestada

A woman has her finger inked after voting at a polling station during the first phase of Myanmar's general election in Yangon.
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O Myanmar iniciou seu pleito sob controle direto das forças militares, com áreas inteiras fora do processo eleitoral e leis que restringem críticas à votação. Cidades importantes ficaram sob a operação de grupos anti-junta.

As eleições não contam com a participação da Liga Nacional para a Democracia, partido mais popular, que está proibido de concorrer. Grande parte do território permanece em conflito ou sob controle de facções oposicionistas, limitando candidaturas e participação.

O dia de votação chegou em meio a ataques a locais de voto e ações de repressão. Airdrops militares, bombardimentos e drones foram relatados em áreas onde o pleito ocorre, segundo veículos de imprensa locais.

Contexto do pleito

A ao menos parcial normalidade de votação contrasta com a contínua violência em regiões como Sagaing, Mandalay e Bago. Observadores internacionais chegaram ao país, entre críticas de organizações globais e de governos ocidentais.

A junta afirma que o pleito ocorre com apoio popular e que não é para a comunidade internacional, mas para o povo de Myanmar. O regime também anunciou a retirada de um toque de recolher em Yangon para facilitar a participação.

Em Yangon, moradores relataram receio de falar sobre o pleito, citando riscos de retaliação. No restante do país, confrontos seguem repetidamente entre forças jacobistas e grupos oposicionistas.

A reedição do quadro jurídico incluiu uma nova lei de proteção eleitoral, com penas para quem desrespeitar o processo. Autoridades listam medidas de segurança e prometem transparência, enquanto críticas reforçam a falta de condições livres.

Organizações de direitos humanos destacam violações, com alertas sobre prisões arbitrárias, ataques a civis e interrupção de ajuda humanitária. A ONU e entidades independentes pedem avaliações independentes do pleito.

O levantamento internacional aponta que milhões de pessoas enfrentam necessidades humanitárias crescentes e riscos de violência. Analistas observam que o resultado do pleito pode influenciar o apoio de parceiros regionais, incluindo China e vizinhos.

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