O Emergency care no Reino Unido enfrenta problemas crônicos com a prática de atender pacientes em corredores, considerada por médicos como uma normalização do cuidado em áreas de escalonamento. Dados mostram que cerca de 20% dos pacientes atendidos em A&E em março receberam cuidado em corredores ou áreas não usuais para atendimento.
Especialistas ressaltam que a tendência é histórica e que a espera por leitos aumenta a cada mês. Estudo recente aponta mais de 16.600 mortes associadas a longas esperas no ano anterior. Médicos destacam desgaste de profissionais e a necessidade de mudanças estruturais.
Desdobramentos e números-chave
O especialista em medicina de emergência Dr. Ian Higginson, presidente do Royal College of Emergency Medicine, afirma que a situação é grave e que mortes ligadas a atrasos exigem resposta firme. Ele diz que o problema é generalizado e que muitos hospitais mal conseguem evitar o uso de camas em corredores.
Níveis atuais de atraso corroboram a gravidade: 50.648 pacientes aguardaram mais de 12 horas para serem admitidos em novembro, segundo dados oficiais. A NHS Massachusetts; desculpe, NHS England afirma que é inaceitável e que trabalha para liberar leitos com alta médica e atendimento próximo de casa.
Compromissos oficiais e ações propostas
O secretário de Saúde inglês, Wes Streeting, prometeu acabar com o corredor de atendimento em hospitais da Inglaterra até a próxima eleição, se não antes. A NHS e o Departamento de Saúde e Cuidados Sociais enfatizam esforços para reduzir internação em leitos e ampliar atendimento fora do hospital.
Autoridades destacam medidas para melhorar a eficiência hospitalar e reforçar a assistência comunitária. Observadores apontam que há necessidade de mais pessoal, melhoria no fluxo de pacientes e alternativas fora do ambiente hospitalar para desafogar emergências.
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