Ucrânia e autoridades europeias rejeitaram as alegações de ataque à residência pessoal do presidente russo, Vladimir Putin, com drones. A acusação veio de Moscou nesta semana, em meio a tensões que ameaçam negociações de paz mediadas pelos EUA.
Representantes ucranianos afirmaram que as acusações são desinformação russa, destinadas a sabotar acordos que vêm sendo discutidos após encontros entre líderes ocidentais e Kiev. Kiev disse não ter ocorrido ataque e pediu credibilidade às informações.
O Ministério da Defesa russo divulgou vídeo e números de drones, afirmando que defesa aérea interceptou os ataques previstos. O governo de Kiev e a UE contestaram as imagens, pedindo cautela até confirmação independente.
Lavrov afirmou que a Ucrânia teria tentado atacar a residência em Novgorod com dezenas de drones, o que pode influenciar a posição de Moscou em negociação. A imprensa norte-americana citou avaliações da CIA que não confirmaram o ataque.
A Ucrânia distribuiu um documento de briefing a delegações da UE, acusando a Rússia de tentar sabotar acordos fechados durante encontro entre Trump e Zelenskiy. A UE reagiu, dizendo tratar-se de distração deliberada.
Reação internacional
A UE reforçou a necessidade de provas verificáveis e reiterou apoio a investigações independentes. Oficiais ucranianos destacaram que não houve confirmação externa do ataque até o momento.
Provas apresentadas pela Rússia
A Rússia divulgou imagens e declarações de oficiais que contestam a versão de Kiev, afirmando que drones foram interceptados perto de Putin. AInterpretação das evidências permanece sem verificação independente até a noite desta quarta-feira.
Entre na conversa da comunidade