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Euforia bolsonarista aponta desejo de intervenção, diz Gleisi

Gleisi vê euforia bolsonarista como desejo de intervenção estrangeira no Brasil, enquanto governadores elogiam ação dos EUA e aumentam tensões regionais

Gleisi Hoffmann, ministra das Relações Institucionais
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Gleisi Hoffmann, ministra das Relações Institucionais, criticou a reação de governadores de oposição ao Governo Lula diante da captura de Nicolás Maduro. Ela afirmou que a euforia de bolsonaristas sinaliza um desejo de intervenção estrangeira no Brasil.

A ministra disse ainda que é vergonhoso que a oposição de extrema-direita tente explorar a crise venezuelana. Segundo Gleisi, a situação pode colocar em risco a estabilidade do continente.

Ela também relacionou o caso ao deputado cassado Eduardo Bolsonaro, afirmando que o projeto envolvendo sanções e tarifas fracassou e foi rejeitado pela sociedade.

Reações de governadores e Trump

Tarcísio de Freitas afirmou que a operação norte-americana abre uma janela de esperança, interpretando a prisão de Maduro como passo rumo à liberdade da Venezuela. Cláudio Castro disse que Maduro é um ditador que viola direitos humanos.

Ratinho Júnior parabenizou Trump pela decisão de libertar o povo venezuelano, destacando a opressão vivida por décadas. Ronaldo Caiado escreveu que o 3 de janeiro pode entrar para a história como dia de libertação.

Romeu Zema desejou que a queda de Maduro traga paz, estabilidade e oportunidades à Venezuela. Eduardo Leite manifestou preocupação com a escalada de tensão na região, ressaltando que a intervenção estrangeira é inadmissível.

Donald Trump, presidente dos EUA, afirmou que os EUA governarão a Venezuela até a conclusão de uma transição. O pronunciamento também indicou que tropas permaneceriam no país durante o processo.

Trump descreveu Maduro como ditador e indicou que um grupo seria responsável pela administração local. Ele mencionou que o governo viria com supervisão de pessoas designadas pelo poder americano.

Segundo relatos de Trump, Maduro tentou buscar um refúgio seguro, mas não conseguiu fechar a porta. O líder venezuelano, segundo a versão apresentada, foi detido em poucos segundos.

A cobertura também apontou que os EUA teriam utilizado ações para conduzir a captura, incluindo medidas de vigilância e estratégias para neutralizar defesas em Caracas.

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