Maduro, presidente da Venezuela, e a esposa, Cilia Flores, foram capturados por forças dos EUA durante uma operação militar anunciada pelo governo norte-americano. Eles foram indiciados no Distrito Sul de Nova York por crimes ligados a narcoterrorismo, importação de cocaína e posse de armas.
A procuradora-geral dos EUA, Pamela Bondi, informou que as acusações contra Maduro incluem conspiração para narcoterrorismo e para importação de cocaína, além de posse de metralhadoras e dispositivos explosivos. Não houve detalhes públicos sobre as acusações contra Flores.
De acordo com Bondi, ambos deverão enfrentar o sistema de justiça dos EUA em tribunais no território americano. As Forças Armadas dos EUA atuaram na operação, que teve apoio de autoridades jurídicas, segundo relato oficial.
Reação venezuelana e contexto regional
O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino López, rejeitou a presença de tropas estrangeiras no país e classificou a ofensiva como vil e covarde, solicitando apoio internacional. O episódio ocorre em meio a bombardeios dos EUA a embarcações no Caribe, nos últimos meses.
Dados oficiais e desdobramentos futuros
A operação resultou na captura de dois defensores de alto escalão do governo venezuelano, com detenção a ser formalizada nos tribunais norte-americanos. A divulgação ocorreu neste fim de semana, sem divulgação de próximos passos precisos.
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