Delcy Rodríguez, vice-presidente da Venezuela, afirmou neste sábado que o país não aceitará ser colonizado pelos Estados Unidos e pediu a libertação imediata do presidente Nicolás Maduro, detido após ações militares americanas. O pronunciamento ocorreu em meio a bombardeios contra o território venezuelano.
A vice-presidente participou do Conselho de Defesa da Nação, ao lado de autoridades como o ministro da Defesa, Vladimir Padrino López, o ministro do Interior, Diosdado Cabello, e a presidente do TSJ, Caryslia Rodríguez. Ela disse que Maduro foi sequestrado por volta de 1h58 e que o governo reagiria.
Rodríguez afirmou que o governo ativou, por decreto, todos os órgãos do Estado para proteger o território frente à investida. Ela pediu calma à população e convocou forças a atuar unidas para defender a soberania, a independência e a integridade territorial.
Contexto internacional
A fala ocorre após o anúncio de ancestral do presidente dos EUA, que sinalizou governar a Venezuela até uma transição segura, citando exploração de reservas de petróleo. A gestão norte-americana havia oferecido recompensa por informações levando à prisão de Maduro.
Reações e desdobramentos
Mobilizações de solidariedade a Maduro foram destacadas pela vice-presidente. O governo venezuelano aponta que a ação tem objetivo de controlar recursos naturais venezuelanos sob pretexto de crise internacional. Analistas destacam o papel geopolítico da ofensiva na região.
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