Numa operação de grande escala, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, foi capturado, juntamente com a esposa, e transferido para Nova York após ataques aéreos no país. O governo dos EUA afirmou que vai assumir o controle de parte da infraestrutura de petróleo venezuelana por tempo indeterminado. Delcy Rodríguez foi designada como líder interina do governo venezuelano.
A ação aconteceu no fim de semana, envolvendo ataques militares e a retirada de Maduro do poder. As forças dos EUA mantêm cerca de 15 mil militares na região caribenha e negociam condições com a liderança interina. Civis e militares teriam morrido em número não confirmado, com relatos apontando dezenas de vítimas.
A origem do conflito remonta a décadas de tensão entre Washington e Caracas, intensificadas a partir de 2019 com sanções e campanhas de pressão. A Casa Branca disse que pretende explorar a infraestrutura de óleo venezuelano, ampliando o patamar de intervenção.
Contexto e desdobramentos
Analistas destacam que a jogada visa influenciar o setor energético e o regime interino, formando uma espécie de tutela até a instalação de novas lideranças alinhadas aos interesses norte-americanos. Observadores avaliam riscos regionais e a possibilidade de nova intervenção.
Situação atual e próximos passos
Rodríguez confirmou disponibilidade para colaborar com as autoridades americanas, embora o formato do governo provisório permaneça incerto. O país permanece sob incerteza política, com a comunidade internacional acompanhando o desdobramento com cautela.
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