O presidente Nicolás Maduro foi capturado em Nova York e permanece detido, enquanto Delcy Rodríguez foi reconhecida pelo Exército venezuelano como presidente interina e a transição de poder é reconhecida por autoridades venezuelanas. O governo dos EUA sinalizou intervenção e busca abrir o petróleo venezuelano para investimentos norte-americanos.
O episódio ocorreu após ataques norte-americanos à Venezuela, cujas informações sobre vítimas variam entre fontes. De acordo com a imprensa, dezenas de mortos e feridos teriam ocorrido, com números divergentes entre hospitais e órgãos militares. O governo venezuelano não divulgou um balanço oficial.
Delcy Rodríguez disse estar pronta para colaborar com o governo dos EUA e promover uma relação estável e respeitosa com Washington. Ela assumiu o comando interino do país, enquanto Maduro enfrenta acusações de narcotráfico e terrorismo nos EUA.
Trump afirmou, em aeronave oficial, que os EUA estão no comando da Venezuela e que governariam o país até uma transição. Em tom de anúncio, ele disse que o objetivo é estabilizar a nação e avançar com eleições no momento adequado.
O secretário de Estado, Marco Rubio, afastou a ideia de uma mudança de regime, reforçando que a prioridade é combater o narcotráfico, não substituir o governo venezuelano por completo. Washington mantém presença naval na região para assegurar atividades econômicas.
Oposição venezuelana, em exílio, pediu respeito aos resultados das eleições de 2024 e a libertação de presos políticos para assegurar uma transição democrática. O Exército venezuelano manteve o reconhecimento a Rodríguez e iniciou um comitê para mediar a situação.
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